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domingo, 31 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Perseverança
Perseverança
por Asaph Borba
Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que,
havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Hb 10:36
Quando meu filho André tinha quatro anos, começou estudar
violino. Pouco tempo depois, quase parou, pois a desmotivação, mesmo quando há
talento, é muito fácil de se instalar, principalmente quando o nível de
dificuldade da atividade proposta, impõe-se como um grande desafio.
Hoje, o vi tocando como spala (violinista líder) da
orquestra da qual faz parte, Camerata Jovem de Porto Alegre, quando treze anos
já se passaram, desde que ele começou a estudar este difícil instrumento. A
chave foi a perseverança, pois a continuidade hoje em dia não é algo fácil.
Vivemos dias de muitas distrações e desafios, onde é muito
fácil perder a motivação e o foco. E isto é fácil ver também na Igreja. Muitos
perdem a vontade de prosseguir e param no caminho.
Em primeiro lugar o passo inicial para a perseverança é a
fé. Sem fé não se vai a lugar nenhum. Quem crê prossegue, vai além e continua
na jornada sem olhar para traz. Segundo, a perseverança é realçada quando
existem alvos definidos. Pessoas sem alvos desistem com facilidade. No caso do
meu filho, fui colocando a ele os alvos de cada volume de seu curso, os quais
foram sendo vencidos gradativamente. Em terceiro lugar a perseverança é fruto
de trabalho. Quando nos esforçamos para atingir os alvos, vamos nos motivando a
vencer as próximas etapas como desafios de conquista e superação.
Assim é tudo na vida. Estes três ingredientes são
instrumentos eficazes de vitória nesta jornada que Deus nos dá para trilhar.
Vida vitoriosa é uma vida de conquista, e conquista, é fruto direto de
perseverança.
O texto dito aos Hebreus, citado por mim acima, é proclamado
a quem tinha tudo para desistir, em função dos acontecimentos que os afligiam,
mas por causa da fé, seus alvos e seu trabalho não o fizeram, pois colocaram
sua inteira confiança em Deus para seguirem adiante.
Nos dias difíceis que vivemos, estes ingredientes são,
sobremaneira, essenciais para continuarmos vivendo a vida que Deus propõe para
nós. Uma vida de conquistas e muitas vitórias. Acima de coragem e talento,
perseverança é a virtude suprema de Deus para os nossos dias.
Fonte: www.facebook.com/asaphborba
terça-feira, 15 de abril de 2014
Princípios para uma ministração abençoadora
A ministração do louvor exige total responsabilidade, entrega e dedicação, daí o fato de que se trata de um ministério...
/"Quem te não temerá, ó Senhor, e não glorificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão e adorarão diante de ti, porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos\" - Apocalipse 15:4.
Temos aqui um tema que requer de nós especial atenção. Para alguns, trata-se de um terreno desconhecido. E mesmo para aqueles que têm algum conhecimento, sempre será um desafio novo. Cada culto é uma experiência nova, de onde extraímos lições que vão nos moldando e formando em nós o perfil de verdadeiros adoradores, que em função desse aprendizado, vão sendo confirmados como ministros diante da congregação.
A ministração do louvor exige total responsabilidade, entrega e dedicação, daí o fato de que se trata de um ministério, e ministério com peso pastoral. A administração desse serviço se faz garantir através de princípios divinos que devemos encarnar, praticar e deles depender sempre. Esses princípios nos livram da mediocridade e contribuem para que busquemos a excelência nesse ministério, em louvor ao nosso Deus! (Fl 1:10-11).
Sensibilidade - Salmos 43:3.
Sensibilidade fala de percepção, de revelação, de ter luz. É uma ferramenta essencial, pois facilita em muito a nossa tarefa. É indispensável no momento do culto, na relação que temos com o Espírito, com os músicos e com as pessoas em geral.
Dependência do Espírito - Efésios 5:18.
É dependência geral, total e irrestrita. Paulo diz que onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade (II Co 3:17). O dirigente deve ganhar a visão de que o culto é do Espírito Santo e Ele sabe o que é melhor para cada pessoa (Rm 8:26-27). Ele indica o cântico, a frase, a oração a ser feita, enfim, tudo.
Inspiração (Palavra de Deus) - Salmos 22:25.
O dirigente sempre precisa estar inspirado. A inspiração nasce do nosso tempo diário com Deus (Sl 34:1). A fonte principal é a Palavra. Quanto mais Palavra eu tiver, mais inspirado serei (Cl 3:16).
Expressão - Gálatas 5:22.
A Palavra diz que o coração alegre aformoseia o rosto (Pv 15:13). O fruto do Espírito produz amor, paz, alegria etc. O dirigente deve meditar naquilo que canta. Esse exercício constante resulta numa expressão de vida abundante.
Segurança (saber o que fazer) - II Coríntios 3:4-6.
A congregação espera que o dirigente a conduza na ministração. É como o motorista de um coletivo cheio de pessoas. Todos esperam que ele tenha conhecimento do que faz e possam assim chegar ao seu destino.
Identificação (sacerdote) - Hebreus 5:1.
O dirigente é um sacerdote, um intermediário entre Deus e os homens. Portanto, deve estar profundamente identificado com os interesses do Senhor e dos homens.
O ministério de Jesus - Hebreus 2:12.
O dirigente deve ter a visão de que Jesus está em meio à congregação cantando louvores. Deus habita no meio dos louvores do seu povo (Sl 22:3).
Conclusão
Se estivermos atentos a estes princípios, colheremos resultados surpreendentes do nosso trabalho. A igreja será abençoada, edificada, e o Senhor glorificado junto ao seu povo.
Deus abençoe!
Ronaldo Bezerra
http://www.ronaldobezerra.com.br/
quinta-feira, 3 de abril de 2014
ADORADORES INJUSTIÇADOS
ADORADORES INJUSTIÇADOS
Por Ramon Tesmann
Tiago 1.2-4: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria
o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez
confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa,
para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes”.
Tenho recebido dezenas de e-mails desesperados. São
testemunhos estarrecedores, histórias simplesmente inacreditáveis acontecendo
no seio da Igreja. A maioria das mensagens destes e-mails clamam por uma só
coisa: justiça, a qualidade que leva os cristãos a agirem corretamente uns com
os outros. Alguns adoradores estão clamando por justiça? Que justiça é esta?
Uns clamam por justiça porque seu pastor não dá liberdade na
hora do louvor congregacional, outros estão magoados com o líder de ministério
por causa da sua dureza ou falta de caráter, outros clamam por santidade e
compromisso com Deus: “Irmão Ramon, aqui em minha igreja ninguém quer
compromisso com Deus, ninguém ora, lê a Bíblia ou participa assiduamente das reuniões.
O louvor não está fluindo, o baterista está saindo da igreja, o grupo de louvor
está um caos!!!”. Outros desabafam: “Irmão, a minha igreja não investe em
equipamento e não valoriza os membros do ministério e o pior, a filha do pastor
está cantando no meu lugar. Não agüento mais o nepotismo”. Outros
“injustiçados” bradam: “Em nosso grupo de louvor não há respeito, não há
liderança. O meu talento e o meu chamado estão sendo prejudicados... acho que
estou perdendo meu ministério. Pessoas sem talento algum (diga-se, desafinadas)
estão fazendo parte da equipe. Não suporto mais a falsidade e as perseguições
que ando sofrendo”. “Irmão Ramon, você poderia orar por mim porque estou sendo
injustiçado?”.
Não! Com certeza não vou orar para que Deus te livre das
lutas e das “injustiças” que você está sofrendo, meu irmão. É melhor que você
peça a Deus forças para suportar todas as dificuldades e ainda possa perguntar:
“Como eu posso crescer ao enfrentar este problema?”, “O que eu posso aprender
com as coisas que eu ainda não entendo? O que eu posso aprender com o
tradicionalismo do meu pastor? O que eu posso aprender com a desorganização do
grupo de louvor? O que eu posso aprender com a falta de compromisso de meus
companheiros? O que posso aprender com as perseguições que ando sofrendo?”.
Veja bem o que diz a Bíblia:
Rm 5.3-4: “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas
próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a
perseverança, experiência; e a experiência, esperança”.
É interessante como a Bíblia nos leva a enxergar as lutas e
provações de um outro ângulo. As Escrituras não nos levam a considerar as
dificuldades um mal, mas um caminho para o crescimento espiritual, para níveis
mais profundos na adoração. A murmuração e o desânimo acabam quando enxergamos
as lutas como a Bíblia enxerga, tanto tentações malignas (serrote = nos leva
para baixo) como provações de Deus (escada = nos leva para cima); as
tribulações produzem perseverança. Desta forma, os adoradores entenderão que ao
invés de clamarem por justiça, bradarão: “Senhor, dá-me forças porque quero ser
provado! Quero ser experimentado! Quero crescer! Quero me tornar mais maduro!”.
E as orações ignorantes cessarão: “Senhor, castiga o fariseu do meu pastor...
revela a igreja que eu estou certo, que meu líder está errado, envergonha ele
meu Deus, não tenhas misericórdia, por tu és o Deus da justiça”!
Atos 14.20: ”fortalecendo a alma dos discípulos,
exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas
tribulações, nos importa entrar no reino de Deus”.
Meu irmão, sei que você pode estar sofrendo terrivelmente
neste momento por algo que está acontecendo na tua igreja. Isto pode estar te
trazendo tristeza momentânea, mas saiba que há um lado bom nisso tudo. É isto
que a Bíblia quer te mostrar! Quando você passar por isso você estará mais
maduro na fé, estará mais experimentado, crescido espiritualmente, e será um
adorador num nível cada vez mais profundo. Uma vez ouvi de Bob Fitts que o
verdadeiro adorador é provado nas situações difíceis, nas lutas, nas provações
permitidas por Deus. Por experiência vivida posso afirmar que isso é verdade.
Hoje glorifico a Deus porque não sou mais uma criança espiritual. Tenho
aprendido a agrada-Lo cada dia mais e a ser um adorador em níveis cada vez mais
profundos... por quê? Tenho aprendido a me alegrar nas tribulações... elas vão
gerar em mim esperança e fé no Senhor! Todas as dificuldades que enfrentei no
ministério de música de minha igreja me fizeram muito bem... hoje posso ver
claramente isso, bem como Abraão pode enxergar muitas coisas após ser provado
por Deus no Monte Moriá. As lutas que enfrentamos hoje podem nos fazer
adoradores melhores amanhã (Fp 3.13,14)!!!
Então aqui vai uma réplica para vocês que têm me pedido para
orar por justiça: eu não vou orar por justiça! Vou orar para que Deus vos
fortaleça nas tribulações... vou orar para que haja crescimento espiritual e os
adoradores possam caminhar por lugares mais altos, através das provações. Como
Jesus, oro: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal...”
(João 17:15). Deus, não nos tire as provações, mas use-as para nos fazer
melhores cristãos...
Um abração em Cristo Jesus
Ramon Tessmann
sábado, 15 de março de 2014
DEZ RAZÕES PARA HUMILDEMENTE COMPARTILHAR OPINIÕES MUSICAIS
DEZ RAZÕES PARA HUMILDEMENTE COMPARTILHAR OPINIÕES MUSICAIS
Por Bob Kauflin
Recentemente estive refletindo sobre como podemos expressar
nossas opiniões musicais. Por que temos tanta convicção sobre músicas, bandas e
estilos? E por que tiramos conclusões tão rapidamente?
Não.
Não gosto disso.
Isso fede.
Eu não suporto esse tipo de música.
Você gosta disso?
Há algo de errado em amarmos certas músicas/artistas e
sermos tão rápidos em jogar no lixo aquelas que desprezamos?
Se somos cristãos, sim. Deixe-me sugerir dez razões pelas
quais a tolerância musical pode ser uma coisa boa para nossas almas.
1. Ser um crítico musical auto-proclamado, muitas vezes é
apenas um sinal de orgulho. Usando palavras ultrajantes ou exageradas para
acabar com certas músicas, estilos ou artistas pode ser um sintoma de egoísmo,
preguiça ou arrogância. Não queremos gastar tempo investigando se ou não a
nossa avaliação é precisa, porque estamos muito ocupados em compartilhar nossas
opiniões. (Provérbios 18:2)
2. Música não nos define. Por que ficar ofendido quando
alguém critica nossa canção favorita, grupo ou estilo de música? Porque eles
insultaram "nossa" música, não significa que eles estão nos
insultando. Isso é idolatria. A música não é nossa vida - Cristo É.
(Colossenses 3:4).
3. Ótimas músicas nem sempre soam "ótimas" na
primeira vez. Algumas músicas exigem repetidas audições para apreciar seu
valor. Álbuns e canções geralmente crescem para nós ao longo do tempo. As
melhores músicas são sempre instantaneamente acessíveis ou atraentes? Espero
que não.
4. A introdução de uma música não é a mesma coisa que a
música. Os primeiros vinte segundos de uma música geralmente não representam
toda a canção. É apenas a introdução. Decidir que não gostamos de uma música
quando ela começa pode nos impedir de ouvir algo que podemos realmente
desfrutar ou beneficiar.
5. Nunca ouvi falar que ouvir música das massas nos faz
melhor. Alguns de nós ficamos especialmente felizes quando encontramos e
ouvimos músicas ambíguas de artistas desconhecidos. Como se o ser desconhecido
fosse maravilhoso em si mesmo. Algumas bandas são desconhecidas, porque elas
não são muito boas mesmo. Mas se fizermos acontecer descobrindo uma talentosa
banda desconhecida, é uma oportunidade de servir aos outros, e não olhando-os
por baixo.
6. Ouvir música que extremamente popular não nos faz melhor.
Este é um apelo oposto ao ponto anterior. É a mentalidade que diz que se a
música ou artista não está no rádio, no topo das paradas, ou na TV, não vale à
pena ouvir.
7. Aprender a apreciar músicas desconhecidas é uma maneira
de preferir aos outros. Por que todo mundo tem que gostar da música que eu
gosto? O que eu poderia aprender sobre meus amigos, pacientemente procurando
entender por que eles gostam da música que eles fazem? (Filipenses 2:4)
8. Aprender a gostar de outros tipos de música pode abrir
meus olhos para a criatividade de Deus. Harold Best em seu livro "Music
Through the Eyes of Faith" (Música Através dos olhos da fé - em tradução
livre), faz uma citação endereçada aos elitistas musicais: "Dentre todo
esse material temos a estética redentora, há também a bondade; muita
integridade e honestidade, a partir do qual se pode aprender." (página 89)
Isso significa que eu posso realmente apreciar uma música menos sofisticada do
que o que eu iria normalmente ouvir.
9. Podemos correr o risco de engolir nossas palavras. Já
aconteceu mais do que algumas vezes. Falo demais sobre o quão ruim é uma
música, e mais tarde começo a pensar que é realmente muito boa. Ou eu rasgo uma
música no meu blog e depois me pego conversando com uma pessoa que ama ou a pessoa
que a escreveu. Oops.
10. Podemos estar perdendo uma oportunidade para agradecer
pelas dádivas de Deus. Nossa tendência é assumir que os dons de Deus, todo
formato e som são os mesmos. Os outros não fazem assim. O que aconteceria se a
primeira vez que ouvisse uma canção eu procurasse ser grato ao invés de
criticar?
Deixe-me ser claro. Nenhuma canção está acima de uma
avaliação e existem músicas realmente ruins. Nós só podemos servir aos outros e
a nós mesmos de forma mais eficaz se expressamos nossas opiniões musicais
usando um pouco mais da graça.
Fonte: www.worshipmatters.com
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quinta-feira, 6 de março de 2014
A QUALIDADE DO SOM NA IGREJA
A QUALIDADE DO SOM NA IGREJA
Por Abner Borba
Desde 1992 até hoje, tenho percorrido diversas congregações de
grande parte do Brasil (e às vezes até fora) para fazer gravações ao vivo e
para ministrar sobre áudio. Tenho observado que uma dúvida permeia os pastores,
músicos e equipes de som: "O que fazer para melhorar o som na minha
igreja?".
A resposta é bastante simples e envolve vários fatores.
O primeiro fator é a produção musical. Produzir uma música
significa dar um rumo para o que cada músico vai executar. Se cada músico fizer
o que acha que deve fazer, o som já fica comprometido na sua origem. É importantíssimo
ter alguém na equipe de música que encabece os arranjos musicais. Arranjos
limpos com cada instrumento cumprindo sua função, cada um solando "na sua
vez" e arranjos que levem a glorificar o Pai. Pessoalmente não creio que
músicos que se reúnem somente na hora do culto possam produzir uma sonoridade
madura, por melhor que seja o equipamento de som.
Mas produção musical implica em ensaio. E a equipe de som
faz parte disso. Ensaio não é só para os músicos. É para a turma do som também.
Eles devem ter intimidade com os arranjos musicais tanto quanto os
instrumentistas. Além do mais, é no ensaio que se fazem testes de som, volumes,
retornos e experiências com equalização. É um desperdício quando os técnicos
não sabem o que foi tratado no ensaio e ficam despercebidos sobre o que está
sendo executado lá na frente durante o culto. Por conta disso, a congregação
pode perder, por exemplo, um solo de guitarra que foi ensaiado. Muita
microfonia acontece também porque é na hora do culto que a "galera"
do som faz testes.
Detalhes importantes também farão diferença, como chegar
antes do culto: uma hora para a equipe de som e 30 minutos para a equipe de
música. É o tempo para montar o sistema e fazer a devida regulagem para os
retornos dos músicos e do som que a congregação vai ouvir. Caso contrário, o
som estará "redondo" só lá pela terceira ou quarta música. Mas, até
lá, a igreja já deixou de ouvir muita coisa.:
Fica aqui o primeiro recado: produção, ensaio, técnicos bem
entrosados com músicos e chegar antes dos cultos para passar o som.
Bom ensaio e até a próxima.
Fonte: http://www.adorando.com.br/
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