terça-feira, 10 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
TIMBRES, SONS E RÍTIMOS
TIMBRES, SONS E RÍTIMOS
Por Sóstenes Mendes
Deus está revelando a Seus servos, Seus ministros, os
segredos do mundo espiritual.
Nestes últimos dias o Senhor está levantando uma geração de
homens e mulheres, servos do Deus Altíssimo, a quem Ele tem revelado segredos e
mistérios até então ocultos. Deus está capacitando a Igreja não apenas de dons
na forma conhecida, mas também de revelações sobrenaturais dos mecanismos do
mundo espiritual.
Por muito tempo cantamos hinos e cânticos sem muito
discernimento do que estávamos fazendo. Em um determinado momento da nossa
história o Senhor começou a mostrar algo mais profundo no ato de cantar
louvores a Deus. O discernimento de "guerra" foi se tornando uma
realidade entre nós. A música no meio do culto tomou uma proporção nova e
impactante; o louvor ungido, oferenda de especiarias valiosas ao Rei, tomou
lugar da liturgia mecânica e coisas maravilhosas o Senhor começou a fazer.
Estamos vivendo agora um novo século: o último século. Jesus está voltando, e
uma das promessas para este tempo é a revelação dos mistérios espirituais.
Daniel 12.
Estou vendo o Senhor abrir diante dos nossos olhos uma nova
perspectiva sobre a música, sons, timbres, ritmos. Cada timbre, cada som,
representa uma ação direta nas regiões celestes, invadindo territórios,
carregando palavras de ordem contra os inimigos e em favor da edificação do
Reino. Um exemplo muito claro é o Shophar. Em todo o Velho testamento vemos
este instrumento chamado de "trombeta" sendo utilizado. Diante da
cidade de Jericó, a ordem do Senhor foi um ato profético onde este som foi
intensamente utilizado. No final, sabemos bem, muralhas intransponíveis vieram
ao chão apenas com o som do Shophar, ou trombetas. Aquele som agiu no mundo
espiritual e interferiu fisicamente nos muros daquela cidade.
O Shophar é um instrumento feito do chifre do carneiro,
utilizado pelo Judeu desde os tempos de Abraão. Quando este servo de Deus, em
obediência, levou seu filho Isaque para ser imolado, o Senhor providenciou um
carneiro para substituir o menino. Esta história é de extrema importância para
nós e para o povo Judeu que, então, passou a utilizar o chifre deste animal
para gerar um som. Não foi por acaso; Deus assim instituiu. O som do Shophar
anuncia a intervenção divina. Por este motivo em Jericó as muralhas caíram. Por
este motivo os sacerdotes e levitas no deserto cultuavam ao Senhor e a nuvem da
presença do Eterno invadia o lugar de culto. Por este motivo o Atalaia, em
Ezequiel 33, anuncia a vinda da Palavra, ou da Espada, com trombeta.
Este som será ouvido até na eternidade. Este timbre é muito
especial. Até hoje, nas festas judaicas, o povo toca Shophar. Agora vemos o
Senhor levando a Igreja em todo o mundo, inclusive no Brasil, a tocar Shophar
por todos os lados: nos cultos, nas festas, em casa, na igreja. Este som tem
uma função específica, profética, nas regiões espirituais: ele anuncia a
intervenção poderosa de Deus. O diabo estremece ao ouvi-lo; as fortalezas são
abaladas no reino espiritual.
Todos os sons tem funções específicas. As palmas são sons e
timbres que declaram: "O Rei é muito bom". Os tambores anunciam a
entrada do "General": as divisões rítmicas determinam um compasso de
impulsos espirituais de penetração das palavras nas regiões celestiais. Estas
palavras tem função de guerra e edificação. Os timbres, sons e ritmos trazem
mistérios até então nunca revelados. Mas o Espírito de Deus está trazendo luz
sobre estas coisas, capacitando Seus levitas para uma grande e última batalha
contra o reino das trevas, para, com muito louvor, resgatar vidas das mãos do
diabo e espalhar a glória de Deus pelos quatro cantos do universo, anunciando
as "Bodas do Cordeiro". Aleluia!
Talvez não possamos ainda estudar a fundo o poder dos
timbres, sons e ritmos de uma forma sistemática e frutífera, mas podemos pedir
ao Espírito de Deus que nos use poderosamente e abra nossos olhos para Suas
estratégias nestes dias que antecedem o arrebatamento da Igreja. Podemos
atentar para oferecermos ao Senhor o melhor, sabendo que isto vai cooperar para
que os timbres, sons e ritmos acompanhem as palavras geradas pelo Espírito
Santo em nossos corações, dinamizando-as para uma função poderosa no mundo
espiritual. Isto só será possível quando nós, levitas do Senhor, gastarmos mais
e mais tempo em Sua presença.
A busca de um som equilibrado, de qualidade, não é apenas
uma exigência musical ou artística; é uma condição espiritual que favorece o
poder de guerra do louvor. A utilização de bons equipamentos e instrumentos
permite o fluir adequado destes sons e timbres, facilitando a condução das
palavras para sua função direta no mundo espiritual. O cuidado com as coisas
santas não pode ser apenas pelo nosso interesse ou hobby, mas precisa ser pela
revelação da importância das ações dos levitas de Deus, atuando em seu Reino
direcionados pelo Espírito Santo. Depende diretamente da intimidade com o
Senhor.
Sabemos que o louvor liberta e aos poucos o Senhor vai nos
revelando como acontece. Sabemos que a melodia, a harmonia e o ritmo vão
"turbinando" as palavras para uma eficaz ação no mundo espiritual em
louvor ao Rei dos reis e em ação direta para edificação de Seu Reino. Ministro
sobre sua vida, meu irmão, o poder do Espírito Santo de Deus, que mediante o
fogo vai nos aperfeiçoando como soldados, guerreiros que usam timbres, sons e
ritmos para executar a obra e projetos do Altíssimo Senhor de toda a Terra.
Glória a Deus!
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Nem só de unção, nem menos só de técnica vive o músico cristão!
A unção de Deus é essencial, mas não dispensa a técnica. Com
a unção fazemos aquilo que não conseguimos fazer por nós mesmos. Através da
técnica cumprimos a nossa parte, fazendo aquilo que Deus não vai fazer porque
nos deu capacidade para tanto.
Buscar a unção de Deus não pode ser desculpa para não nos
esforçarmos pela técnica. Assim como não vale a pena ter técnica sem unção. Sem
unção o nosso som se dissipa. Com técnica tocamos a pele, com a unção tocamos a
alma. Com a unção e a técnica a Obra de Deus através das canções torna-se
completa.
Unção é técnica precisam andar juntas. Às vezes as pessoas
confundem unção com técnica e vice-versa. O erro dá-se porque as pessoas tentam
medir unção. Unção não se mede, só Aquele que dispõe dela pode medi-la. A
técnica pode-se medir, entretanto infelizmente quem procura medir, não reúne
condições para o fazer.
Quem tem unção não fica afirmando ser ungido. Quem a tem, dá
fruto e fruto bom. Havendo fruto, dispensa-se o blábláblá. Quem tem técnica não
tem o direito de zombar ou criticar quem não tem. Aliás, quando a técnica se
alia à soberba, a mesma perde o valor. Já a técnica aliada à humildade, gera o
ambiente favorável para a vinda da unção.
Unção e Técnica
Que se casem e sejam felizes para sempre
André Luiz
Fonte: estudos.gospelmais.com.br
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Estudos sobre Louvor e Adoração
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
Jó, um dos maiores líderes de adoração
Quando falamos em líder de adoração pensamos logo em Davi, o
salmista, autor de vários salmos, mas falar de Jó como líder de adoração talvez
possa soar estranho a primeira vista. Antes de explicar porque Jó é um grande
líder de adoração é importante entender o que é adoração. Muitos acreditam e
vêem a adoração como um momento de louvor em que bendizemos o nome de Deus com
canções no culto, mas adoração é muito mais profundo, é um estilo de vida, é a
maneira que vivemos nosso dia a dia e principalmente, como é o nosso testemunho
cristão.
Uma vida de adoração é uma vida prostrada diante do altar de
Deus, é ter o coração derramado e quebrantado, é bendizer a Deus o tempo todo
não importam as circunstâncias, é louvar a Deus, pregar a palavra, andar em
retidão, buscar ser correto e íntegro em todas as coisas, é buscar e estudar a
palavra de Deus, cuidar do próximo, amar ao próximo como a ti mesmo, é ter uma
vida em santidade. Quantas coisas, mas este é o caráter do verdadeiro adorador
e do verdadeiro cristão, pois estas são as atitudes que todos nos como cristãos
devemos buscar, pois todos nós devemos ser verdadeiros adoradores.
A Bíblia diz em João 4: 23 “Mas a hora vem, e agora é, em
que os VERDADEIROS ADORADORES adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o
Pai procura a tais que assim o adorem.” (grifo da autora)
Note o que a Bíblia diz: os verdadeiros adoradores, então há
aqueles que se dizem adoradores e não são. Tal observação deve nos fazer pensar
em nossas ações como servos de Deus, como ministros do Evangelho e é aí que Jó
entra como um exemplo de líder de adoração a ser seguido. Jó era um homem
exemplar, um pai que cuidava dos filhos, intercessor, ajudava aos pobres, era
exemplo aos jovens, um homem que andava em retidão e se desviava do mal, tanto que
Deus disse que não havia na terra homem como ele, até que satanás vem e diz
para Deus tirar tudo de Jó, para ver se ele permaneceria firme. Então, Deus
permite que satanás toque nos bens de Jó e ele perde tudo de uma vez, inclusive
seus filhos. Ao receber tantas notícias trágicas ao mesmo tempo, Jó rasga suas
veste e se prostra diante de Deus e veja o que a Bíblia diz: “Então Jó se
levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e
adorou. E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR
o deu, e o SENHOR o tomou: bendito seja o nome do SENHOR. Em tudo isto Jó não
pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma. Jó 1:20-22”
Jó havia acabado de saber que tudo que ele tinha havia sido
tirado dele e mesmo assim, ele se prostrou e adorou a Deus. Como não dizer que
Jó é um grande líder de adoração, isto é o exemplo de um verdadeiro adorador,
aquele que tem sua vida totalmente colocada nas mãos de Deus e mesmo quando a
adversidade vem, permanece adorando ao Senhor e não murmura. Quantas vezes
reclamamos em nosso dia de coisas tão pequenas, como por algo em nosso
trabalho, alguma situação familiar, o trânsito, o transporte público,
reclamamos de acordar cedo, dormir pouco, reclamamos muitas vezes do nosso
irmão, do pastor e ainda sim queremos dizer que somos adoradores? Não significa
que não devemos buscar coisas melhores, devemos lutar pelo bem e por mudanças,
porque reclamações sem ação para solucionar os problemas não passam de
murmuração.
Mesmo depois de satanás ter tirado tudo de Jó, para ele foi
pouco, ele queria mais, porque o propósito dele é matar, roubar e destruir.
Então, satanás voltou a questionar a Deus sobre a integridade de Jó, porque
mesmo ele perdendo tudo, ainda tinha saúde, então poderia voltar a trabalhar,
assim sendo Deus permitiu que satanás tocasse no corpo de Jó, mas que lhe
preservasse a vida. O corpo dele ficou coberto de chagas, o cheiro era
insuportável e se não bastasse sua condição física e toda a angústia, sua
mulher foi contra ele e seus três amigos o condenaram sem motivos ao invés de
ajudá-lo. Analisando o quadro de Jó, ele tinha todos os motivos para maldizer a
Deus e murmurar, mas ele não o fez, aceitou tudo: “Então sua mulher lhe disse:
Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre. Porém ele lhe disse:
Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não
receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios. Jó 2:9-10”
Jó se entristeceu, ficou amargurado de espírito, perdeu tudo
que tinha, todos os amigos que antes comiam de sua mesa o abandonaram, ele se
tornou motivo de piada dos jovens que antes o respeitavam, sua mulher não
conseguia se aproximar dele, os três amigos ao invés de consolá-lo o condenavam
mais ainda e em tudo isso, Jó não pecou. A partir do capítulo 38, quando Deus
começa a falar, Jó se arrepende mais ainda de suas falhas, reconhece a
soberania de Deus e sua fidelidade, Deus restitui em dobro tudo que Jó tinha e
ele ainda orou pelos três amigos e as pessoas que se afastaram dele voltaram
para sua casa e Jó recebeu a todos. Talvez ele pudesse ficar ressentido pelo
abandono dos amigos, mas não o fez, ele agiu com retidão, sabendo que tudo vem
de Deus e devemos receber tudo que vem dele.
Jó é um exemplo de líder de adoração, ele foi um verdadeiro
adorador, ele não criou salmos, não andava com uma viola debaixo do braço
tocando nas praças, mas ele rendeu totalmente sua vida para Deus, ele
permaneceu em adoração quando não tinha absolutamente nada, ele não murmurou,
não blasfemou, ele honrou a Deus em todo o tempo, ele reconheceu quem Deus era
e principalmente, o conheceu; “Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te
vêem os meus olhos. Jó 42:5”
Para cada músico que deseja ser um verdadeiro adorador, um
verdadeiro líder de adoração, está aí um exemplo a ser seguido, assim também
para todos nós, pois uma vida de adoração independe do ministério que
exercemos.
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