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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mais da Tua Essência - DVD Renascer Praise 14


Analisando a Música - Mais da Tua Esência





Faz o meu coração fiel a Ti
Pra te amar e Te servir
Que o meu olhar encontre o Teu Senhor

Que nos meus lábios
Eu possa ter uma canção de adoração
Com meu andar glorificar a Ti

Não há bem maior que eu possa desejar
Que o Teu querer dentro de mim
Pra romper os meus limites e voar
Pra te encontrar, estar junto à Ti
Permanecer, Te contemplar

Preciso mais de Ti, mais do que Tú és
Mais da tua paz, mais do teu amor
Me esvaziar, me encher de Ti
Mais da tua essência, quero fluir

Fluir da tua paz
Fluir do teu amor
Fluir do teu poder
Viver pra teu louvor
Senhor!  Senhor!  Senhor!  Senhor!

  Música do Renascer Praise que nos leva a refletir sobre a nossa vontade e a vontade Deus.  Devemos ter fé na soberania de Deus e que a sua vontade seja prioridade em nossas vidas(Mateus 6:33) .
  Vejo como principal referência bíblica para esta música o texto que diz: "Tenho grande alegria em fazer a tua vontade, ó meu Deus; a tua lei está no fundo do meu coração." (Salmos 40).  Senhor, encha-se a minha boca do teu louvor e da tua glória continuamente (Salmos 71:8-24) .
  Eu preciso mais de Ti, me ensina, Senhor, as tuas veredas (Salmos 25:1-5), ensina-me a fazer a tua vontade (Salmos 143:10).  Vou me esvaziar, pois o próprio Cristo foi exemplo (Filipenses 2:1-16).  Deixando a arrogância pra trás como fez João Batista (João 3:29-30), transferindo toda a honra, glória e louvor para o único que É digno.  Desejando cada vez mais de Deus e menos de mim.  Renovando o meu modo de pensar (Efésios 4:22-24), vivendo e andando pelo Espírito Santo de Deus (Gálatas 5:13-26).
  Senhor, venha fluir em nós a tua Paz (Colossenses 1:14-22), nos ensina o teu amor (João 4:7-21), enche-nos do Teu Poder (Efésios 6:10) para sermos praticantes e não ouvintes da tua Palavra (Tiago 1:17-25).
 Que prossigamos na vocação ao qual o Pai escolheu para nós, a de adorarmos ao Senhor e sermos feitos para a sua glória (Efésios 1:3-23).
  "Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água.  Quero contemplar-te no santuário e avistar o teu poder e a tua glória.  O teu amor é melhor do que a vida! Por isso os meus lábios te exaltarão.  Enquanto eu viver te bendirei, e em teu nome levantarei as minhas mãos.  A minha alma ficará satisfeita como quando tem rico banquete; com lábios jubilosos a minha boca te louvará.  Quando me deito lembro-me de ti; penso em ti durante as vigílias da noite.  Porque és a minha ajuda, canto de alegria à sombra das tuas asas.  A minha alma apega-se a ti; a tua mão direita me sustém." (Salmos 63:1-8)


 proclamo as novas de justiça na grande assembléia; como sabes, Senhor, não fecho os meus lábios.
Salmos 40:8-9
Tenho grande alegria em fazer a tua vontade, ó meu Deus; a tua lei está no fundo do meu coração.
Salmos 40:8
Tenho grande alegria em fazer a tua vontade, ó meu Deus; a tua lei está no fundo do meu coração.
Salmos 40:8




Mais da Tua Essência

sábado, 21 de janeiro de 2012

Música Gospel - A quem pertence a glória



  Ontem após o ensaio do Ministério de Louvor da minha Igreja, o meu líder, André pôs uma canção do Trazendo a Arca para tocar e nos pediu que apenas ouvíssemos.  Percebi que alguns já estavam dispersos, conversando, nem aí para a música, outros perceberam que não era simplesmente uma música para ouvirmos e cantarmos no próximo culto.


 Hoje assisti ao filme "Segunda Chance" com Michael W. Smith e percebi que Nada é por acaso.
Leiam um texto do Pr. Marcos Góes que fala sobre o momento da música gospel atual:

 Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus. João 12:43

  Tudo começa quando um ser humano criado à imagem e semelhança de Deus, concebido para ser amigo íntimo Dele, se coloca em Suas mãos e compõe algo verdadeiro e sincero para adorá-lo e exaltá-lo. De repente aquela canção, que era um puro gesto de sinceridade e intimidade entre a criatura e o criador, se espalha velozmente de maneira incrível e até abençoada, ganhando dimensões nacionais e internacionais, transformando-se no mais novo hit evangélico e assim catapultando o simples ser humano ao patamar da mais nova super-estrela-gospel-do-momento.
É isso aí! Quase todas as histórias que se contam sobre o início de carreira dos cantores, cantoras e grupos musicais evangélicos começam assim. A intenção é sempre a mesma: Edificar o povo de Deus através do seu ministério e suas canções, mas depois de algum tempo, quando as coisas tomam grandes proporções, tudo muda.
Nesta minha trajetória de mais de 25 anos vivendo e dependendo do ministério da música evangélica, eu vi de tudo. Já vi cantores se levantarem e vi também muitos caírem, presenciei desafetos agressivos bem como disputas vorazes por posições e valorizações em gravadoras e programas de televisão.
Vi gente chorar e se desesperar por reconhecimento, se agredir fisicamente, se curvar a propostas indecorosas de dinheiro e assim vender seu ministério a showmícios de inescrupulosos políticos. Vi pessoas se travestirem física e emocionalmente, mentindo aquilo que não são, a fim de obter algum espaço e assim se projetar de alguma maneira para seguir carreira e ser aplaudido…
Traições conjugais, esfacelamentos de famílias, miséria moral e espiritual fantasiada de trejeitos evangélicos que nada têm a ver com o genuíno chamado do Senhor para o servimos com humildade e singeleza de coração. Falo isso com conhecimento de causa, pois também vivi, sofri e “graças a Deus” venci algumas destas terríveis provas.
Por que algo que começa tão lindo e repleto de amor e simplicidade se converte na mais insana corrupção humana, criando apostatas e mutantes da fé, e do real sentido da adoração a Deus?

  Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Provérbios 4:23

  Devemos guardar o nosso coração!
O coração é enganoso, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Jeremias 17:9
É certo e muito verdadeiro que hoje ainda existem homens e mulheres que não se venderam, permaneceram, lutaram e não se curvaram a este modo inútil e antibíblico. Eles continuam por aí deixando o espírito dirigi-los, abençoando vidas através do testemunho com suas vidas, levantando o estandarte (Deste um estandarte aos que te temem, para o arvorarem no alto, por causa da verdade. Salmos 60:4) e proclamando o verdadeiro sentido de adorar ao Senhor, que é viver em prol do crescimento espiritual do Seu Reino. Repare que a maioria não está na “mídia gospel”; não estão sendo homenageados com troféus, mas continuam sendo chamados a prosseguir, sendo muitas vezes convidados por pastores sérios e compromissados com a “verdadeira palavra de Deus” para, no mover genuíno do Espírito Santo de Deus, levar o povo a adorar ao único que é “estrela”, Jesus, a resplandecente Estrela da Manhã!

Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã. Apocalipse 22:16

Em Cristo,
Pr. Marcos Góes


sábado, 7 de janeiro de 2012

Música e Adoração Em Séculos Passados







Li um texto que me impactou bastante.  Nesta vida terrena existem vários Ministérios e chamados na obra de Deus.  Sabemos que quando estivermos com Cristo após a sua segunda vinda, somente uma coisa continuará sendo feita no céu:  A Adoração!  O texto abaixo não é meu.  Apesar de falar da música e Adoração em séculos passados, vejo algumas coisas se repetindo nos dias atuais.  O texto é da Revista Impacto n° 35 de Maio/Junho de 2004.





Última Palavra: Música e Adoração Em Séculos Passados

Por Ray Hughes
Nos primeiros três séculos, os cristãos primitivos tinham de realizar seus cultos de adoração em secreto, pois podiam até ser mortos por adorarem a qualquer outro deus a não ser Júpiter e os outros deuses romanos. Os cristãos não faziam parte da classe rica e influente da sua época. Eram apenas pessoas simples e humildes que abraçavam com todo o coração os ensinamentos de Jesus.

Não possuíam belos palácios para a realização de seus cultos. Como tinham de esconder-se dos romanos, adoravam em locais escuros e secretos e não usavam instrumentos musicais a fim de não chamar a atenção do inimigo. Desnecessário é dizer, portanto, que era uma época na história em que a música mal conseguia sobreviver. Do que se pode constatar, os cristãos primitivos entoavam seus cânticos num estilo monódico e sem ritmo, muito semelhante ao dos judeus, quando cantavam salmos na sinagoga.

Apesar de toda essa dificuldade e da falta de espaço para se desenvolverem nessa área, os cristãos primitivos tiveram uma oportunidade singular de demonstrar publicamente o valor e o poder da adoração a Deus em cânticos.

Como é de conhecimento comum, os imperadores freqüentemente lançavam cristãos às feras para servir de entretenimento para os romanos e para tentar exterminar a igreja. Enquanto os leões invadiam a arena para devorá-los, os cristãos permaneciam firmes e levantavam as vozes em louvores ao seu Deus. Esses cânticos eram tão fortes e ungidos que o violento rugido da multidão, ansiosa para ver o espetáculo sanguinário, se calava a fim de se ouvir a letra.

Vez após vez, preparava-se o espetáculo e os cristãos eram jogados aos leões, mas aquele cântico que liberavam juntos antes da morte, criava uma cena tão espantosamente comovente que a platéia bárbara simplesmente perdia o senso de vitória e esporte.

Com o passar do tempo, imperadores como Constantino foram tirando a pena de prisão e morte daqueles que criam em Jesus. O poder da adoração havia vencido as forças da barbárie e da tirania.

Na Idade Média


Durante grande parte da história, a igreja tem demonstrado insensibilidade para as necessidades do povo comum e da sua expressão cultural – chegando até mesmo a resistir agressivamente a estas expressões tradicionais.

Por exemplo, por muitos anos a igreja defendia a idéia de que o violino (ou sua versão mais antiga e popular, a rabeca) era a caixa do diabo. Assim, tirando os instrumentos das mãos dos músicos e excluindo-os da igreja, a música foi praticamente perdida no culto a Deus. Passaram-se centenas de anos num período que se pode chamar a Idade Escura da Música. Imensos órgãos ocupavam grandes espaços nos templos e catedrais e substituíam todos os demais instrumentos. Com apenas uma enorme máquina musical que sozinha produzia o som de uma orquestra, não havia necessidade de tolerar as mesquinharias e ultra-sensibilidades de toda uma equipe musical.

Como resultado, surgiu uma classe de pessoas no século XI, conhecidas como goliardos, constituída de sacerdotes expulsos da Igreja, trovadores e poetas-profetas, que andavam de um lugar para outro, cantando e expondo a hipocrisia e o pecado da Igreja. Na Igreja, só ficaram os tons monótonos do cantochão litúrgico, que excluíam toda e qualquer expressão criativa do coração do povo de Deus. O culto agora nada mais era do que líderes cantarolando e causando sonolência a Deus e ao seu povo.
Nesse período, o coração e a música de guerreiro se perderam, como também a criatividade da expressão individual. De modo semelhante, a idéia que se criou do céu é de um lugar etéreo, onde as pessoas passarão milhares de anos entediados, cantando “Senhor, Kumbayah” (termo de origem incerta que faz parte de uma música negro spiritual e que significa “venha por aqui”).

A verdade é muito diferente disto. Se nos basearmos na complacência e insipidez apática de alguns tipos de música religiosa para obtermos um gosto da vida celestial, teremos de concordar que será uma infindável monotonia. Entretanto, nas Escrituras vemos um quadro do céu totalmente diferente. Encontramos grande regozijo, louvor ensurdecedor, harpistas tocando, hosanas, aleluias, e vozes exaltadas. Só há 30 minutos de silêncio na eternidade do céu, e isto só para os anjos poderem tomar fôlego. Em seguida, recomeçam com toda sua força por mais mil anos e toda a criação une sua voz a eles numa tremenda rajada de som. Dá para ver que no céu haverá muito barulho!

Agora compreendo que nunca será tedioso no céu porque criatividade ilimitada está na própria natureza de Deus. A cada “hora”, Deus revelará uma nova dimensão da sua natureza que nunca havíamos compreendido no nível terreno. Haverá emoção e suspense constante.

Veja Apocalipse 4. Todos aqueles que estão perto do trono de Deus até parecem estar meio atordoados. Só conseguem dizer: “Santo, santo, santo” (v. 8). Cada vez que contemplam um novo aspecto da natureza de Deus, a única coisa que conseguem dizer é “Santo”. Cada “santo” tem um significado completamente novo. É uma reação diferente a algo novo que estão enxergando. Durante toda a eternidade, Deus estará continuamente revelando algo novo da sua natureza que nos pasmará e nos motivará a louvar e adorá-lo. Estou dizendo: Não tem como existir tédio lá!

Extraído e traduzido do livro “Sound of Heaven, Symphony of Earth” (Som do Céu, Sinfonia da Terra”), de Ray Hughes, MorningStar Publications.


http://www.revistaimpacto.com.br/categoria/o-que-e-adoracao

Archie Ajay Jackson - Pressing On

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